AS ARMADILHAS DO “HORÁRIO NOBRE É O MEU”

Vanessa Scalei, Mágda Rodrigues da Cunha

Resumo


O consumo assíncrono de ficção televisiva, facilitado pelo modelo de distribuição de
conteúdo sob demanda, criou novos hábitos de ver TV e coloca em prática a previsão
feita por Negroponte, em 1995, de que na televisão do futuro o “horário nobre” seria
determinado pela audiência. Este trabalho pretende fazer uma discussão sobre como o
novo fluxo de produção, circulação e recepção leva a um embate entre temporalidades e
provoca um certo mal-estar pelo excesso de opções e liberdade existentes hoje.


Texto completo:

PDF