CIDADES-ARQUIPÉLAGOS: AS METRÓPOLES COMO SISTEMAS ABERTOS E UM OLHAR A PARTIR DO RIO DE JANEIRO

Autores

  • Cíntia Sanmartin Fernandes
  • Victor Belart
  • Flávia Magalhães Barroso Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Resumo

Praticando errâncias por ambientes urbanos, compreendemos que determinadas cidades se delineiam enquanto arquipélagos (ilhas-redes) e não como uma unidade moderna (centro-periferia). Neste artigo, praticamos uma corpografia pelas ruas do Rio de Janeiro e consideramos a mutabilidade constante das conformações dos espaços pelas experiências sonoros-musicais.  Investigamos um processo de comunicação-comunhão entre práticas estéticas, sonoras, sensíveis e visuais que se articulam na cidade. Essas coexistências comunicam-se nas cidades-arquipélagos por meio de “portas e pontes” (em todas suas modulações técnicas e imaginárias), como sugeridas por Simmel (2013). O trabalho integra as pesquisas das Cartografias Sensíveis das Cidades Musicais do Rio de Janeiro, elaboradas pelos grupos CAC-UERJ e NEPCOM-UFRJ

Biografia do Autor

Cíntia Sanmartin Fernandes

Doutora em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Pesquisadora CNPq e Procência-UERJ. Docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCom-UERJ). Coordenadora do Grupo de Pesquisa - Comunicação, Arte e Cidade (CAC).

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Publicado

04-10-2021

Edição

Seção

Dossiê: Comunicação popular, cidadania e mudança social / Dosier: Comunicación Popular, Ciudadanía y Cambio Social