https://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/issue/feedRevista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación2026-10-19T15:19:03-03:00ALAIC - Secretariarevista@pubalaic.orgOpen Journal Systems<p>A Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación é editada pela ALAIC - Associação Latino-Americana de Pesquisadores da Comunicação. É uma revista científica trimestral, de abrangência internacional, que tem como principal objetivo promover a divulgação, democratização e fortalecimento da escola latino-americana de pensamento comunicacional. Visa também ampliar o diálogo com a comunidade acadêmica mundial e contribuir para o desenvolvimento integral da sociedade no continente. ISSN 1807-3026</p>https://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1429A AGENDA DE GÊNERO EM PORTAIS ALTERNATIVOS NA ARGENTINA2026-04-11T00:08:43-03:00Karina Janz Woitowiczkarinajw@gmail.comVinicius Rodrigo Orza23013567@uepg.brGabriela Cavalcanti Carneiro de Almeidagabicalmeida@gmail.comSofia Villagrasvillagra@mi.unc.edu.ar<p>O artigo analisa a cobertura realizada por portais feministas na Argentina no ano de 2024 sobre a agenda de gênero naquele país, durante o primeiro ano do governo Javier Milei, eleito presidente em 2023. Busca-se, por meio de pesquisa empírica, discutir a prática do jornalismo feminista a partir da experiência dos portais alternativos LatFem e Marcha, por meio da observação de temas, fontes e abordagens presentes na cobertura. O trabalho pretende contribuir para o conhecimento acerca das experiências de jornalismo alternativo na América Latina e para a reflexão sobre as potencialidades dos portais feministas em desenvolver um jornalismo de resistência em meio a um contexto político marcado pelo conservadorismo.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1398ENTRE CONSIGNAS Y SOSPECHAS2026-05-09T17:45:02-03:00María Laura Schaufler Langlaura.schaufler@uner.edu.ar<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo examina as interações em postagens do Instagram da revista feminina Marie Claire sobre o debate em torno da aprovação da Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez na Argentina. Busca contribuir para o estudo qualitativo da interatividade em debates sociais e concentra-se nos comentários para observar as negociações e tensões em jogo. A observação dessas interações revela a existência de três grupos: um favorável à lei, outro contrário, por acreditar que seus valores estão sendo questionados, e um terceiro cético em relação ao tema.</span></p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1399LESBIANIDADES, FEMINISMO E IMPRENSA2026-09-08T10:42:18-03:00Joana Zillerjoana.ziller@gmail.comMaria Clara Soares Rodriguesmariaclarasoaresrodrigues@gmail.comPaula Silveira-Barbosapaulaevelyn.b@gmail.comDayane do Carmo Barretosdayanecbarretos@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">a partir da relação histórica entre lesbianidades e feminismo e de pesquisas sobre a imprensa lésbica, se volta a notícias sobre casos de violência contra lésbicas e propõe preceitos para aprimorar a cobertura jornalística envolvendo lesbianidades.</span></p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1421BAHSESE DO VENTRE DA FLORESTA2026-05-09T18:53:45-03:00Raquel Gomes Carneiroraquel.gomes.carneiro@gmail.com<p>O texto reflete sobre o feminismo comunitário presente em vozes femininas que narram a história da Comunicação Indígena no Brasil, dos anos 1970 até hoje. A partir da Transmetodologia, se reafirma a urgência da abertura epistêmica ao diálogo e à escuta das sabedorias indígenas, para a porção de práticas descolonizadoras. <em>Yebá Belō</em> e <em>Sukuryu-tapuya</em> nos conduzem pela “Canoa-Serpente” desses conhecimentos, explorando etnomultimídia e três premissas teórico-metodológicas em confluência com pensadores indígenas, articulando narrativas ancestrais e contemporâneas e apontando horizontes teóricos e práticos para a pesquisa em comunicação indígena.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1413AGUANTE FEMINISTA E REPRESENTAÇÕES SOCIAS2026-05-09T18:24:13-03:00IVANA NAZARETH PIZARROivanapizarro96@gmail.com<p>O artigo analisa os modos de participação da agrupação “Las Pibas del Millo” do Club Atlético River Plate, com o objetivo de compreender a construção de identidade e as representações sociais de gênero em um espaço historicamente masculinizado. A partir de uma abordagem qualitativa e etnográfica, foram realizadas observações participantes e entrevistas em profundidade. Os resultados evidenciam a emergência de um “aguante feminista”, que ressignifica práticas tradicionais. Conclui-se que essas experiências redefinem as representações sociais de gênero e possibilitam novas formas de participação na arquibancada.</p> <p> </p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1400APROPRIAÇÃO DE MÍDIAS DIGITAIS E RESISTÊNCIAS2026-06-02T00:34:23-03:00Johanna Rodríguez Lópezjohanna.rodriguez@ucr.ac.cr<p>Neste artigo analisam-se os discursos sobre a violência contra as mulheres da Colectiva Me pasó en la UCR no Facebook, com o objetivo de analisar os discursos sobre a violência contra as mulheres desenvolvidos na rede social digital Facebook como espaço público de ação. O referencial teórico fundamenta-se na esfera pública, no feminismo interseccional e na violência simbólica. A abordagem é de caráter qualitativo. Como conclusão geral, estabelece-se que os meios de comunicação digitais, como espaços públicos de ação, permitiram às integrantes da Coletiva um meio para erguer a voz contra a violência de gênero.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1401COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA FEMINISTA COMO PRÁTICA DE JUSTIÇA EPISTÊMICA2026-06-16T18:32:38-03:00Inara Fonsecainarafferreira@gmail.comKarla Bessakbessa@unicamp.br<p>O artigo analisa a política de comunicação científica feminista do INCT Caleidoscópio a partir de três podcasts vinculados à sua estratégia institucional. Articulando revisão teórico-crítica dos modelos de divulgação à crítica feminista da neutralidade científica, ancora-se nas perspectivas de saberes situados e objetividade corporificada. Metodologicamente, realiza análise qualitativa das dimensões de produção, circulação e apropriação. Os resultados evidenciam processos de redistribuição de autoridade epistêmica e tensionamento de hierarquias na mediação científica.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1434#HABLEMOSDECONSENTIMIENTO E #YANONOSCALLAMOSMAS2026-07-14T15:16:54-03:00Claudia Laudanoclaudialaudano@gmail.com<p>O artigo analisa os repertórios utilizados por duas experiências desenvolvidas na Argentina entre 2011 e 2019 como instâncias de resistência e contranarrativas à cultura da violação: a Marcha das Vadias e as denuncias #YaNoNosCallamosMas (#JáNãoNosCaleamosMais) de abusos sexuais no âmbito musical. Ambas geraram fricção epistêmica nas crenças e na inteligibilidade dos abusos sexuais, por meio do uso habilidoso de diferentes táticas, em particular, digitais, e acompanharam jovens e mulheres testemunhas, com certas reações. Conseguiram visibilidade em plataformas e meios de comunicação.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1420POR UMA PRÁTICA METODOLÓGICA SITUADA NA COMUNICAÇÃO2026-05-25T21:48:08-03:00Jússia Carvalho da Silva Venturajussiaventura@gmail.comRenata Barreto Maltarenatamalta@academico.ufs.brEloy Santos Vieiraeloy.jor@gmail.com<p>Este artigo propõe e sistematiza uma reflexão metodológica situada no campo da Comunicação a partir de uma pesquisa desenvolvida em programas de pós-graduação localizados nos “Brasis Preteridos”. Ancorado em perspectivas feministas interseccionais, o texto problematiza a compreensão do método como um conjunto de procedimentos técnicos e propõe seu deslocamento para o campo relacional, ético e político. O artigo sustenta que a etnografia, quando compreendida como experiência implicada, tensiona a noção de neutralidade científica e evidencia o saber corporificado, a centralidade da escuta e da intersubjetividade na produção do conhecimento.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1427O COLETIVO ELAS POR ELAS PROVIDÊNCIA2026-05-09T19:41:10-03:00Solange Inês Engelmannsolengel03@gmail.comTatiane M Mendes Pintotatunha@gmail.comPatrícia Gonçalves Saldanhapatriciasaldanha@id.uff.br<p>O objetivo deste artigo é refletir sobre como a midiatização das narrativas sobre a saúde e segurança das trabalhadoras plataformizadas, podem agravar outras inúmeras vulnerabilidades atravessadas por interseccionalidades. Por outro lado, como a comunidade gerativa, pode representar uma prática de resistência, a exemplo da experiência do Coletivo “Elas por Elas Providência”. Para tanto, seguimos um percurso metodológico composto por revisão bibliográfica com enfoque nas temáticas de gênero e precarização do trabalho, associada à realização de entrevistas em profundidade com mulheres tanto sobrevivem como lutam para mudar este cenário.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1403A PRIMEIRA-DAMA COMO TECNOLOGIA DE GÊNERO2026-07-14T15:18:52-03:00Nicoli Tassisnicolitassis@gmail.comLaís Espósito Araújolaisesposito66@gmail.com<p>Este artigo analisa a primeira-dama como tecnologia de gênero e mediação comunicacional na política brasileira, tensionando os cânones androcêntricos da Comunicação Política. Ancorado na epistemologia feminista, nos conhecimentos situados e na colonialidade do gênero, examina como regimes generificados de visibilidade coproduzem autoridade, legitimidade e reconhecimento. A partir da análise dos perfis de Rosângela “Janja” Lula da Silva e Michelle Bolsonaro no Instagram, investigam-se arquiteturas sociotécnicas que organizam validação, vigilância e disciplinamento dos corpos. Argumenta-se que a primeira-dama constitui infraestrutura simbólica do político no ambiente plataformizado.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1411CORPOS, DADOS E NARRATIVAS.2026-08-13T09:52:00-03:00Alejandro Silva Fernándezsilvaferale@gmail.com<p><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;"><span dir="auto" style="vertical-align: inherit;">Argentina atraviesa un proceso de retirada estatal respecto a las políticas públicas de protección de las mujeres y la población LGBTQIANB+. La provincia del Chaco se ha situado sistemáticamente entre los estados con las tasas más altas de delitos de género en años consecutivos. Este estudio busca reconstruir y sistematizar un registro de casos ocurridos en esta provincia a partir de un archivo de medios, desde la entrada en vigor de la Ley 26.791 hasta diciembre de 2022. El objetivo es generar un recurso que contribuya a la memoria colectiva y evidencie la urgente necesidad de mecanismos de protección.</span></span></p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1500MIRADAS FEMINISTAS DE LA INVESTIGACIÓN EN COMUNICACIÓN2026-09-14T12:09:54-03:00Yanet Martinez Toledo yanetmartinezt@gmail.comClaudia Pedraza Bucio claudia.pedraza@lasalle.mxCarolina Justo von Lurzer justocarolina@gmail.com<p>Las miradas feministas de la investigación en la comunicación no aparecen únicamente como una perspectiva o temática, sino como una forma de interrogar el campo desde sus propios supuestos. La convocatoria que dio origen a este número propuso explorar los aportes feministas a las teorías, la metodología y la epistemología de la comunicación en América Latina, más allá de la necesaria denuncia de las desigualdades. Los trabajos reunidos responden a esa invitación desde registros diversos: estudios empíricos, reflexiones metodológicas, análisis de medios, así como experiencias de activismos y practicas comunitarias; no obstante, comparten una misma preocupación: cómo producir conocimiento en clave feminista que permita imaginar otros modos de comunicar, investigar y construir comunidad. El dossier está compuesto por doce artículos académicos de autorías individuales y colectivas que dan cuenta de la diversidad regional que estructura el diálogo impulsado desde el Grupo de Trabajo de Género y Diversidad Sexual de ALAIC. Hemos incorporado también dos entrevistas que recuperan el valor de la conversación tanto para la reconstrucción de experiencias como para la reflexión colectiva al calor de nuestras urgencias. Por último, sumamos una semblanza de Michelle Mattelart, pionera en los estudios de mujeres y comunicación en América Latina.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1385VELHICES SILENCIADAS2026-04-28T15:20:18-03:00JOSÉ SILVAjoseardonio@gmail.comMaximiliano Martin Vicentemm.vicente@unes.br<p>Este estudo investiga a interface entre Comunicação da Ciência, envelhecimento e diversidade, focando nas experiências de homens gays idosos no Brasil sob a perspectiva das "velhices silenciadas". O objetivo é analisar como a transição das mídias tradicionais (1980-1990) para as plataformas digitais contemporâneas impactou a construção da memória e o acesso ao conhecimento científico sobre saúde e HIV/AIDS. Metodologicamente, a pesquisa sustenta-se na triangulação de dados, utilizando a Análise de Conteúdo Temática e a Matriz Analítica Interseccional. O corpus documental inclui depoimentos biográficos e o confronto com fontes primárias, como o Boletim Epidemiológico de 1988. Os resultados apontam que, enquanto a mídia tradicional operou sob estigmas e silenciamentos institucionais, as mídias digitais funcionam como dispositivos de apropriação social e reparação simbólica. Conclui-se que o rigor metodológico aliado à perspectiva interseccional é fundamental para uma comunicação científica inclusiva, capaz de promover a dignidade e a cidadania de grupos historicamente marginalizados.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1417NO PONTO 162026-05-09T18:19:13-03:00Melina de la Barrera Ayresmelina.ayres@gmail.comIsabel Colucci Coelhoisabelcolucci@gmail.comNali Catarina Pedroso Nunesnalipedroso17@gmail.com<p>Além de uma epistemologia, os estudos feministas vêm construindo reflexões sobre produção e disseminação do conhecimento. Em diálogo com o pensamento de Paulo Freire, bell hooks dedicou parte de suas obras ao ensino formal. A partir dessas contribuições, refletimos sobre o potencial da pedagogia engajada, em uma experiência de jornalismo comunitário com crianças de uma escola ribeirinha em Florianópolis, no sul do Brasil. Com base em observação participante, analisa-se a produção de um videodocumentário, evidenciando o fortalecimento identitário, o protagonismo infantil e a formação de uma comunidade ampliada de aprendizagem.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1503QUE NO NOS DEJEN SIN BAILAR2026-09-17T18:35:04-03:00Yanet Martinez Toledoyanetmartinezt@gmail.comClaudia Pedraza Bucioclaudia.pedraz@lasalle.mxCarolina Justo vou Lurzerjustocarolina@gmail.com<p>La pregunta de la que partimos fue: ¿cómo defender la posibilidad de imaginar otros mundos desde <br>la comunicación feminista cuando las condiciones materiales, institucionales y tecnológicas nos <br>empujan al aislamiento, la competencia y la desesperanza? Para responderla, pensamos menos en una <br>entrevista académica que en un encuentro tramado entre afectos y complicidades. A lo largo de la <br>conversación aparecen preocupaciones urgentes para la investigación feminista de la región: el avance <br>de los discursos anti derechos humanos y del planeta, el tecnofascismo, la violencia automatizada, la <br>captura tecnológica de la vida cotidiana. También aparecieron claves para la transformación y <br>superación de las violencias actuales: la desconexión significativa, la construcción de una ciencia <br>feminista latinoamericana, el cuidado como método de creación y la ancestralidad como principio para <br>cualquier futuro.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1477MISOGINIA EM REDE2026-08-16T17:00:27-03:00Mabel Dias dos Santosmabel.dias@ufpe.brCarolina Dantas de Figueiredocarolina.figueiredo@ufpe.br<p>A antropóloga Letícia Cesarino é uma pesquisadora que tem despontado como um nome importante nas análises do ecossistema da machosfera no Brasil e em outros países. Seu livro, O Mundo do Avesso: Verdade e Política na Era Digital, publicado em 2022, mostra como as plataformas digitais operam e como este sistema tem atuado e influenciado o cotidiano das pessoas, também na área econômica, política e cultural, explicando a atual conjuntura social, marcada por desinformação, pós-verdade, negacionismo e populismo.</p> <p>A entrevista que realizamos com Letícia Cesarino é reveladora e apresenta novas perspectivas deste fenômeno, que vem crescendo em diversos países, afetando homens jovens e adolescentes, sugados para uma <em>rabbit hole</em>, como descreve a professora Gracila Vilaça, que desemboca em um processo de radicalização contra as mulheres e o feminismo, e que tem nas plataformas digitais a sua principal estrutura para disseminação de discursos de ódio, desinformação e conteúdos de violência, e que tem se materializado nos índices de violência de gênero no Brasil.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1499HOMENAGEM A MICHÈLE MATTELART2026-09-14T12:03:12-03:00Claudia Laudanoclaudialaudano@yahoo.com.arAna Carolina D. Escosteguycarolad2017@gmail.com<p>Homenagem à Michèle Mattelart (22/09/1942 - 22/08/2026), referência pioneira na pesquisa sobre as condições concretas de produção e recepção de produtos das indústrias culturais, a partir de perguntas centradas nas representações das mulheres e na sua condição de consumidoras. Foi figura fundamental na formação da Escola Crítica Latino-americana de Comunicação.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1452PENSAR E VIVER AS QUESTÕES DE GÊNERO E SEXUALIDADE A PARTIR DO SUL GLOBAL2026-07-29T11:50:12-03:00Anderson Lopes da Silvaanderson.l@chula.ac.th<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal" dir="ltr">A resenha analisa o livro <em>Transformations of Sexuality and Gender in the Thai Perspective: Politics, Media, and Citizenship</em>, de Porranee Singpliam, destacando o conceito nativo "phet" como forma de pensar sexo/gênero fora das categorias ocidentais. O autor da resenha, um pesquisador brasileiro, aproxima a obra tailandesa de autoras latino-americanas — Lugones, Segato, Hirata, Akotirene e Curiel — mostrando pontos de contato entre os estudos de gênero do Sul Global: a colonialidade da binariedade de gênero, a interseccionalidade entre gênero e classe, a persistência do patriarcado institucional e a importância de epistemologias situadas, escritas por pessoas queer sobre suas próprias experiências. A resenha propõe um diálogo Sul-Sul entre o Sudeste Asiático e a América Latina nos estudos de gênero.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicaciónhttps://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1511CONSTRUIR COMUNIDADES PARA LA RESISTENCIA Y LA ESPERANZA FEMINISTAS A PARTIR DE LA INVESTIGACIÓN EN COMUNICACIÓN2026-09-23T09:22:07-03:00Adriana Cristina Omena dos Santosadriana.omena@ufu.brAnderson David Gomes dos Santosanderson.gomes@santana.ufal.br<p>Nesta edição, o eixo central é o dossiê temático “Perspectivas feministas da investigação em Comunicação: construir comunidades para a resistência e a esperança”, organizado pelo Grupo de Trabalho 9 da ALAIC – Comunicação, gênero e diversidade sexual. A proposta reúne um dossiê com doze artigos, duas entrevistas e um texto-homenagem com reflexões que reafirmam a relevância das perspectivas feministas, interseccionais e situadas para a renovação teórica, epistemológica e metodológica da pesquisa em Comunicação na região, processo este em desenvolvimento também na e desde a ALAIC.</p>2026-10-19T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación