Politização das máscaras

ressemiotizações da proteção facial entre ouvintes do Pânico (2020-2022)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.55738/alaic.v22i44.1048

Palavras-chave:

Comunicação, Consumo, Politização, Máscaras

Resumo

A partir do pressuposto de que as máscaras, no período da crise da COVID-19, se tornaram mais do que objetos de consumo, mas sim, enunciados integrantes de um arquivo discursivo quando representadas nas produções midiáticas, o presente artigo tem como objetivo examinar a transformação das simbologias políticas associadas à proteção facial em manifestações públicas nas redes sociais que transmitem programas de rádio. Como objeto de pesquisa, foram escolhidos os comentários dos ouvintes do programa Pânico, no canal da atração no YouTube, entre os anos de 2020 e 2022. Como aporte metodológico, utilizaremos a Análise de Conteúdo com o propósito de observar como as simbologias em torno da máscara foram transformadas ao longo do tempo, transmutando a proteção facial em um artefato de consumo revestido de perspectivas ideológicas e descontentamentos sociais.

Biografia do Autor

Eliza Bachega Casadei, PPGCOM ESPM

Professora titular do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Práticas do Consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (PPGCOM ESPM). Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2.

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/6547895943001454

Orcid: https://orcid.org/0000-0003-2810-8702

Email: elizacasadei@yahoo.com.br

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Publicado

25.01.2024

Como Citar

CASADEI, E. B. Politização das máscaras: ressemiotizações da proteção facial entre ouvintes do Pânico (2020-2022). Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, [S. l.], v. 22, n. 44, 2024. DOI: 10.55738/alaic.v22i44.1048. Disponível em: https://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1048. Acesso em: 18 maio. 2024.