O COLETIVO ELAS POR ELAS PROVIDÊNCIA
UMA PRÁTICA DE RESISTÊNCIA À PRECARIZAÇÃO DA SAÚDE DE TRABALHADORAS POR PLATAFORMAS DIGITAIS
DOI:
https://doi.org/10.55738/alaic.v25i52.1427Palavras-chave:
Mulheres Periféricas; Impactos na Saúde;, Trabalhadoras Plataformizadas, MIDIATIZAÇÃOResumo
O objetivo deste artigo é refletir sobre como a midiatização das narrativas sobre a saúde e segurança das trabalhadoras plataformizadas, podem agravar outras inúmeras vulnerabilidades atravessadas por interseccionalidades. Por outro lado, como a comunidade gerativa, pode representar uma prática de resistência, a exemplo da experiência do Coletivo “Elas por Elas Providência”. Para tanto, seguimos um percurso metodológico composto por revisão bibliográfica com enfoque nas temáticas de gênero e precarização do trabalho, associada à realização de entrevistas em profundidade com mulheres tanto sobrevivem como lutam para mudar este cenário.
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