EPISTEMOLOGIA DA ESCUTA

ENSAIO PARA UMA TEORIA COMUNICACIONAL DESDE A AMAZÔNIA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.55738/alaic.v25i51.1361

Palavras-chave:

Epistemologia da Escuta, Mulheres Indígenas, Comunicação Amazônica, Territorialidade, Metodologias decoloniais

Resumo

O artigo apresenta aportes iniciais para o desenho de uma Epistemologia da Escuta como fundamento comunicacional situado, emergente dos territórios amazônicos e das práticas comunicacionais de mulheres indígenas e guardiãs de saberes ancestrais. A partir de autoras indígenas, pensadoras latino-americanas e perspectivas decoloniais, argumenta que a escuta desloca a centralidade da emissão e se afirma como modo de conhecer, existir e pesquisar. Propõe-se um arcabouço preliminar baseado em presença, reciprocidade e cuidado, indicando a escuta como categoria epistemológica, método e horizonte político para os estudos da Comunicação.

Biografia do Autor

Paulo Giraldi, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

Bolsista PDJ do CNPq e Professor Adjunto da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). Doutor em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB), com Pós-Doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) e estágio pós-doutoral na Pontificia Universidad Javeriana (Bogotá). Membro do GP "Pensamento Comunicacional Latino-americano" (PCLA/CNPq) e coordenador da Pesquisa em rede "Mulheres comunicantes amazônidas: por uma epistemologia da escuta".

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Publicado

20.07.2026

Como Citar

GIRALDI, P. EPISTEMOLOGIA DA ESCUTA: ENSAIO PARA UMA TEORIA COMUNICACIONAL DESDE A AMAZÔNIA. Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, [S. l.], v. 25, n. 51, 2026. DOI: 10.55738/alaic.v25i51.1361. Disponível em: https://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1361. Acesso em: 4 out. 2026.